Estudo · Economia brasileira e justiça
O Brasil paga caro para não crescer
Este estudo percorre a economia brasileira de 1930 a 2026 e lê cada fase pela lente de Aristóteles, que há 2.400 anos já distinguia a riqueza que serve à vida da riqueza que só serve a si mesma.
Cinco números que resumem o problema
Fontes: Banco Central, Receita Federal, FGV IBRE e IBGE. Detalhes em Fontes.
Os capítulos
Cada capítulo segue a mesma estrutura: o que aconteceu, os números, a lição e o que Aristóteles diria. Leia em ordem ou vá direto ao tema que interessa.
Por que Aristóteles
Aristóteles escreveu que a boa cidade é aquela governada pela classe média, que o dinheiro que se reproduz sozinho pelos juros é a forma de riqueza mais distante da natureza e que a justiça consiste em dar a cada um conforme sua contribuição. Esses três pontos descrevem com precisão o que falta ao Brasil de hoje.
Ele também tinha limites graves: aceitava a escravidão e excluía as mulheres da vida política. O estudo usa suas ideias sobre economia e justiça, não sua visão de sociedade inteira. O capítulo Aristóteles e a sociedade justa trata disso.